Candomblé em Portugal: FENACAB / ANACAB Coordenação Internacional de Portugal representa Candomblé em Portugal na Casa Branca

Março 12, 2014 § Deixe um comentário

 

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No passado dia 9 de Março de 2014, por vontade comum, encontraram-se no Ilé Asé Iyá Nassô Oká Pai Jomar,Babálorísá Paulo d’Yemonjá, Dra.Professora Aureanice Correia, acompanhados por alguns filhos do Ilé Asé Omin Ògún, com duas grandes figuras do Candomblé: Ekedy Sinha e Elemaxó Leo.
A simpatia, a cordialidade e disponibilidade destas duas pessoas, não teve nem tem preço. Falámos de anseios, de desejos, de conquistas e sobretudo de FÉ e LUTA que nos foi incutido para continuar…
Por todo os adjectivos atrás mencionados, pelo abraço, o nosso OBRIGADO.

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Candomblé em Portugal representado pelos Bábálórísás Jomar d’Ògún e Paulo d’Yemonjá, Omo Ilé Asè Opô Ajagunã na festa de Esú

Fevereiro 26, 2014 § Deixe um comentário

Mais uma festa no ciclo de festas da nossa Casa, o Ilé Asé Opô Ajagunan – Salvador da Bahia. Festa dedica a ESÚ esse grande Òrísá, que encerra tantos mistérios, mas que está no caminho de cada um de nós. Foi uma festa maravilhosa e cheia de alegria…

 

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Candomblé em Portugal representado pelos Bábálórísás Jomar d’Ògún e Paulo d’Yemonjá, Omo Ilé Asè Opô Ajagunã na festa do Pilão e inauguração da casa de Òsaalá

Fevereiro 26, 2014 § Deixe um comentário

No dia 22 de Fevereiro, no Ilé Asé Opo Ajagunã – Salavdor (Bahía), que tem como Agabá Pai Ari- Jassilewa (Aristides Mascarenhas Mascarenhas) concluíram-se as festas de Osalá, de uma forma apoteótica com a Siré e procissão do Pilão de Ajagunã. Teve ainda um outro acontecimento que para nós , que pertencemos a este Ilé Asè de que muito nos orgulhamos, nos trouxe uma enorme alegria: a inauguração da nova e linda casa de Osalá, aonde o Grande Guerreiro Ajagunã impera com a sua proteção e seu amor…!
A festa não poderia terminar diferente…Pai Ajagunã mostrou-se !!!
A alegria, o consolo e a felicidade de nós Omos, quando abençoados por tão nobre Guerreiro, foi imensurável !!!
Nós vimos ! fomos abraçados… fomos abençoados pelo Grande Guerreiro Ajagunã!!! Somos gente feliz, somos de Asè e somos verdadeiramente Do Asè!
Agradecemos esta grande benesse a este grande Homem do santo :
Ao nosso Agabá, Pai Ari de Ajagunã – Jassilewa ( Aristides Mascarenhas).

Assina:
(Pai Jomar)

 

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Candomblé em Portugal representado pelos Bábálórísás Jomar d’Ògún e Paulo d’Yemonjá, Omo Ilé Asè Opô Ajagunã na Procissão de Odúdúá.

Fevereiro 19, 2014 § Deixe um comentário

 

 

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(clique na foto parta aceder ao álbum)

Na continuação do ciclo de festas na nossa casa- ILÉ ASÉ OPÔ AJAGUNAN – Salvador da Bahia, sobre a orientação do nosso grande AGBA – Babálòrísá Ari d’Ajagunan, mais uma festa , cultuando Odúdúá, e pedindo-Lhe que traga toda a alegria, saúde, paz e harmonia nas nossas vidas. Uma homenagem maravilhosa ao nosso grande Baba Odúdúá

Candomblé em Portugal: Novo número da Revista Povo de Santo & Asè já nas bancas!

Janeiro 9, 2014 § Deixe um comentário

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Somos uma Revista ecuménica, esóterica, com forte incidencia nos cultos Afro-Brasileiros, principalmente Candomblé e Umbanda, com distribuição em Portugal Continental, Regiões Autónomas e Brasil (Bahia).
… A Revista Povo de Santo e Asé é dirigida a todos os interessados na espiritualidade, sem esquecer os cultos Afro. Sabemos que, para viver a espiritualidade na sua plenitude, é necessário conhecer e conjugar todas as suas as suas vertentes. Chama-se a isto ecumenismo ! Na realidade, só se ama e respeita o que se conhece. Continuamos a apostar na autenticidade e na deversidade de todas as formas espirituais , dando voz a todas as vozes.
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Candomblé em Portugal: Novo número da revista Povo de Santo & Asè já nas bancas!

Junho 20, 2013 § 1 Comentário

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Candomblé em Portugal: Previsões para 2013 por Pai Jomar d’ Ogun

Dezembro 27, 2012 § Deixe um comentário

Como já é habitual, Babalorisá Jomar d’Ogun, presenteia-nos com as previsões para o ano vindouro. Assim nesta edição, temos as previsões para o ano de 2013.

Pai Jomar, como Babalorisá da Nação Ketu, Bisneto de Santo de Mãe Olga de Alaketu, é um dos Babalorisás mais respeitados no panorama do Candomblé no nosso país, atravessando fronteiras. Tal respeito valeu-lhe, o título de Primeiro Coordenador Internacional da FENACAB (Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro) em Portugal e a vice-presidência da FENACAB Brasil. Indigitado pelo Presidente da mesma Federação, Pai Ari de Ajagunã (Aristides Mascarenhas), que adoptou Pai Jomar como seu filho de Santo. Babalorisá Jomar é ainda Balogun do Candomblé da Nação Ketu, título dado pelo Arô de Òsòósí, no Ilé Asè Opô Ajagunã, Bahia – Brasil.

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Segundo o Jogo de Búzios – Merindilogun (e não só) o ano de 2013, apresenta-se de um modo geral, um dos mais difíceis que teremos de atravessar tanto em Portugal como em grande parte de outros países europeus, não descartando infelizmente, ainda outros e noutros continentes.

Dizer que isto tudo que se nos apresenta é culpa de Olorum (Deus) ou dos Orixas, ou mesmo de algo superior ao ser humano, seria tão descabido ou até mesmo obsceno, quanto pensar-se que o ser humano em todas as suas vertentes, nada teria a ver com toda esta situação.

No caso português, estamos e vamos colher frutos provenientes de algumas “sementeiras” que alguns fizeram e que outros (quase todos) são obrigados a “colher e comer”. Refiro-me tanto à falta de emprego, como à insegurança social a todos os níveis. Para esta situação, para além da proteção e força dos Orixas e de um modo especial dos Orixas regentes do ano 2013, teremos que necessariamente, imperiosamente e de uma forma construtiva, “meter mãos à obra” no sentido de combater as injustiças, o laxismo e a incompetência, venham eles de onde vierem; tanto de quem emprega como de quem é empregado; de quem governa como de quem é governado; do cidadão como individuo como a célula familiar ou grupos comunitários.

Não podemos ser pessoas de avanços e recuos vividos no mesmo instante e momento, como será apanágio de todos os comportamentos e das energias que enfrentaremos.

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Está nas nossas mãos conduzir e aproveitar as oportunidades energéticas dos nossos Orixas… não podemos estar sempre à espera que o divino venha até nós, colmatar tudo o que a incompetência humana teima em não querer alterar. Temos de parar de auto comiserarmo-nos, de dizer mal de nós próprios e nos propormos sempre como vitimas! São-nos dadas as rédeas e devemos com a nossa postura, com a nossa força de trabalho, com nossa capacidade inventiva, com a nossa verdadeira vontade de vencer os obstáculos, toma-las nas nossas mãos e fazer as melhores opções de vida que queremos ter. Isto, para que todos os esforços valham a pena! Têm de valer a pena! Chama-se a atenção para no caso português o segundo semestre, mais propriamente no terceiro trimestre, a calma e a ponderação que se precisa de ter para levar a bom porto todos os objectivos propostos.

Somos gente de desafios. Sabemos que é bem mais fácil gritar para demonstrar certas dores… e bem mais difícil, serrar dentes e punhos para fazer da “desgraça”, graça!

É isto que nos espera 2013 como portugueses e europeus. É isto que nos espera noutros continentes, outras localidades do globo como seja o médio oriente e oriente; tanto com o flagelo das guerras consequência da falta de respeito pelos povos e deles entre si; ainda de algumas calamidades naturais que poderão por “à prova” mais uma vez a capacidade inventiva e não menos importante da fé e sua consequência em todo o ser humano. Em relação aos países de economias emergentes, convém que neste momento tomem medidas para que não venham a ter futuramente, as mesmas consequências humanas, económicas e financeiras tal e qual se encontram alguns países europeus, fruto da incompetência por um lado e da ganância e facilitismo humano por outro.

É esta bênção, que nos fará capazes de refazer novas, todas “coisas” .Que o Orixa do ano 2013, a grande mãe Obá, mãe de todos os incompreendidos de todos aqueles que querem vencer todas a vicissitudes tanto a nível pessoal como colectivo; tanto a nível civil como religioso, coadjuvada pelo grande Orixa Obaluayé, nos abençoe e nos dê a força necessária para de batalha em batalha, podermos ganhar a guerra contra a miséria, a ganância, o “desamor”, a incompetência e a fome! A dor pode ser grande, o desanimo pode teimar em corroer-nos… mas nós, vamos vencer!

Obá Sin, Obá Siré mãe Obá!

Atoto pai Obaluayé!

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